O disco "Tasca Beat" dos OQUESTRADA, o segredo mais bem guardado de Portugal. Uma banda que tem andado por aí, há vários anos, entre salas de Paris e ruas lisboetas, decide agora gravar um disco. Um disco formidável, boa onda, com uma musicalidade curiosa e muito própria. Uma música onde tudo se mistura, tudo se encontra, com toques de Kusturica a Alfredo Marceneiro. Um acordeão desgarrado, uma guitarra portuguesa numa nova perspectiva e modo de tocar, uma "contrabacia", uma voz cativante. Até uma versão genial do "Killing me Softly" dos Fugees, em jeito de Yann Tiersen. Um disco altamente recomendado, a preço de amigo, que é sobretudo um exercício de profunda liberdade cultural e artística.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
domingo, 7 de junho de 2009
www.bandalarga.paraopovodecastanheiradovouga.pt

É tradição antiga em Portugal que as eleições sirvam de forma de protesto para populações esquecidas e ostracizadas, aproveitando o palco mediático para fazer valer os seus direitos e divulgar as suas angústias. Desde os costumeiros e saudosos pedidos de subida a concelho por algumas povoações, numa justiça que mereciam pelo grau de avanço, de que Canas de Senhorim é o paradigma mais visível e carismático, até ao reivindicar de coisas básicas como saneamento, obras na escola, centro de saúde, transportes e afins, tudo se foi reclamando desde tempos imemoriais. Mas desta vez, há que dizê-lo, Castanheira do Vouga fez história. Assistimos hoje a um pequeno boicote às eleições por populares não identificados, indignados pela ausência intolerável e desumana na localidade dessa coisa a que chamam banda larga! Sim, pasme-se. Como se pode ler no cartaz do protesto, as criancinhas de Castanheira do Vouga, não têm acesso ao famoso Magalhães. Fico sem palavras... Não sei se é pelo facto de serem eleições europeias, não sei, mas que este é um país evoluído ninguém pode negar!!! Isto é de um pós-modernismo comovente. Ainda assim, povo de Castanheira do Vouga, deixai que vos diga, em boa verdade, não sabeis vós no que vos ides meter e o que estais a chamar para a vossa presença. É que isso da banda larga é um cabo das tormentas, que nem o "Magalhães" vos levaria a dobrar. Vão por mim, que isto das coisas modernas e tecnologias de ponta em Portugal são uma dor de cabeça, e são coisas que funcionam bem, mas só lá nas Europas...
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sábado, 6 de junho de 2009
Obama no Cairo, por João Lopes
Porque vale mesmo a pena, transcrevo o post de João Lopes na íntegra.
"O discurso de Barack Obama no Cairo (4 de Junho de 2009) foi tratado nas nossas televisões com a mesma técnica de soundbytes aplicada para abordar as eleições no Sporting. Eis uma opção que, de forma inequívoca, transporta uma visão do mundo e define um modelo de responsabilização jornalística. Por certo, tudo o que se noticiou era verdadeiro — mas a verdade é escassa...Não devemos, por isso, ter medo de formular um juízo de assumida pompa e circunstância: as palavras do Presidente dos EUA, para além de constituirem um prodigioso exercício de ética e política, definem também uma data nas relações dos EUA e, genericamente, do chamado mundo ocidental com o vasto mundo do Islão. Aconteça o que acontecer nessas relações — nomeadamente nas formas de coexistência de israelitas e palestinianos —, haverá sempre um pré e um pós que encontram neste discurso um momento charneira.
Recordando a sua experiência pessoal, Obama disse:>>> (...) Conheci o Islão em três continentes antes de vir à região onde foi revelado. Essa experiência justifica a minha convicção de que a colaboração entre a América e o Islão deve ser baseada naquilo que os Islão é, não naquilo que não é. E considero parte da minha responsabilidade enquanto Presidente dos Estados Unidos lutar contra os estereótipos negativos do Islão onde quer que eles apareçam.<<daqui
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terça-feira, 2 de junho de 2009
O Imperium segundo os La Fura dels Baus
O espectáculo dos La Fura dels Baus é arrepiante, como sempre. Imperium foi o terceiro espectáculo deles a que assisti e é bom verificar que continuam profissionais sérios e coerentes no seu trabalho. É um espectáculo que envolve o espectador como nenhum outro, em jeito de coro grego, que o faz sofrer, agoniar e tremer muitas vezes, pela dureza e capacidade que os seus "actuantes" têm de transparecer como muito real aquilo que estão a representar. As suas caras, expressões, a sua postura física e presença espiritual é perfeita e encarnada como algo muito sentido.

E continuam a obrigar-nos a nos confrontármos com a nossa própria realidade enquanto humanidade e a estarmos atentos à nossa evolução enquanto tal, dando-nos um retrato fiel e pouco assumido por outros, da nossa natureza (des)humana. Como eles próprios dizem, Imperium (e eu diria, todos os espectáculos dos Fura) põe em dúvida e análise a ideia de progresso e evolução, a ideia de que a humanidade avance necessariamente melhor...
Um espectáculo altamente recomendado, e quando tiverem a oportunidade não hesitem porque assistir aos Fura del Baus é fabuloso e inesquecível e nunca nos deixa indiferentes.
Andámos quilómetros no meio da multidão, fugimos, levámos encontrões, tivemos medo, molhámo-nos e suámos numa experiência única, que nos faz sentir vivos e afinal humanos...
site do espectáculo com vídeos e imagens aqui
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quinta-feira, 28 de maio de 2009
IMAGINARIUS 2009 - STA MARIA DA FEIRA
Festival Internacional de Teatro de Rua de Santa Maria da Feira
IMAGINARIUS 2009 - 28 a 31 Maio
Arranca hoje mais um magnífico evento na minha terrinha, o Imaginarius 9ª Edição.
Com especial destaque para a presença dos La Fura Del Baus com um espectáculo permanente de 28 a 30 Maio e o projecto Pinóquio, uma co-produção Titanick Theatre (participantes em edições anteriores com criações brilhantes e gigantescas...), Teatro Acert e CCtar.
Fico também feliz pela atenção e espaço dados a companhias nacionais, muitas vezes esquecidas em outros anos, mas desta vez com o destaque que merecem, com participações do Teatro Marionetas do Porto, os habituais Circolando, Ace/Teatro do Bolhão, entre outros. Venham até a esta bela localidade e não ficarão desiludidos com este festival, eu garanto...
toda a info necessária em http://www.imaginarius.pt
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segunda-feira, 25 de maio de 2009
João Bénard por Miguel Esteves Cardoso
«O João Bénard é um menino. É um menino que, a cada momento da vida, acabou de descobrir uma coisa. É sempre uma coisa maravilhosa que tem de abraçar com muita força mas depois largá-la para poder mostrá-la aos amigos e partilhá-la com toda a gente.
Porque se não a partilhar, se não a cantar, se não se destruir a elogiá-la de maneira a ser tão irresistível como ele – até chegar a confundir-se com ele ao ponto de não sabermos qual amamos mais, se ele ou as coisas que ele nos ensinou a amar -, se não puder parti-la aos pedaços para poder dar um bocado a cada um, na esperança que todos a queiram reconstruir depois, ele já não é capaz de amar tanto aquela coisa, porque acredita que a coisa é grande e boa de mais para uma só pessoa e sente-se indigno de gozá-la sozinho. É assim o João Bénard.
O João Bénard é um amigo. É um amigo que, a cada momento da vida, faz sempre como se tivesse acabado de apaixonar-se por nós. Não lhe interessavam nada as coisas que mudaram; as asneiras que fizemos; a decadência em que entrámos; a miséria que subjaz às nossas opiniões ou o grau de petrificação das nossas almas. Para ele, somos sempre os mesmos. É um leal. Está sempre connosco como se fôssemos tão frescos como ele. Puxa-nos pela manga da camisa; protege-nos da tempestade; desata a rir no meio das encrencas; arranja tabaco clandestino; deixa-nos subir para os ombros para vermos melhor; para saltar para o outro lado; mostra-nos fotografias nunca vistas, de actrizes lindas, escondidas debaixo da camisola – e faz tudo descaradamente; não se importa de ser apanhado; não tem vergonha nenhuma; é um prazer estar com ele; parece que todo o universo está em causa. É assim o João Bénard.
O João Bénard é uma alma. É uma alma que, a cada momento da vida, desde que nasceu, sempre fez pouco do corpo e das coisinhas de que o corpo precisa. Tinha um corpo transparente, com a alma a ver-se lá dentro. Ou então era a alma que projectava o corpo no ecrã da pele. É por isso que todos nós o conhecemos como conhece Deus.
Deus, apresento-Te João Bénard. João Bénard, apresento-te Deus.»
Porque se não a partilhar, se não a cantar, se não se destruir a elogiá-la de maneira a ser tão irresistível como ele – até chegar a confundir-se com ele ao ponto de não sabermos qual amamos mais, se ele ou as coisas que ele nos ensinou a amar -, se não puder parti-la aos pedaços para poder dar um bocado a cada um, na esperança que todos a queiram reconstruir depois, ele já não é capaz de amar tanto aquela coisa, porque acredita que a coisa é grande e boa de mais para uma só pessoa e sente-se indigno de gozá-la sozinho. É assim o João Bénard.
O João Bénard é um amigo. É um amigo que, a cada momento da vida, faz sempre como se tivesse acabado de apaixonar-se por nós. Não lhe interessavam nada as coisas que mudaram; as asneiras que fizemos; a decadência em que entrámos; a miséria que subjaz às nossas opiniões ou o grau de petrificação das nossas almas. Para ele, somos sempre os mesmos. É um leal. Está sempre connosco como se fôssemos tão frescos como ele. Puxa-nos pela manga da camisa; protege-nos da tempestade; desata a rir no meio das encrencas; arranja tabaco clandestino; deixa-nos subir para os ombros para vermos melhor; para saltar para o outro lado; mostra-nos fotografias nunca vistas, de actrizes lindas, escondidas debaixo da camisola – e faz tudo descaradamente; não se importa de ser apanhado; não tem vergonha nenhuma; é um prazer estar com ele; parece que todo o universo está em causa. É assim o João Bénard.
O João Bénard é uma alma. É uma alma que, a cada momento da vida, desde que nasceu, sempre fez pouco do corpo e das coisinhas de que o corpo precisa. Tinha um corpo transparente, com a alma a ver-se lá dentro. Ou então era a alma que projectava o corpo no ecrã da pele. É por isso que todos nós o conhecemos como conhece Deus.
Deus, apresento-Te João Bénard. João Bénard, apresento-te Deus.»
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O Alienista de Machado de Assis

O Alienista de Machado de Assis é um livro surpreendente. Rapidinho e fácil de ler. Um livro que acaba assim...
"Seja como for, efectuou-se o enterro com muita pompa e rara solenidade."
só pode ser um grande livro.
Festival Intermunicipal de Músicas do Mundo 2009
Excelente. Festival Intermunicipal de Músicas do Mundo. De Ovar a Aveiro, num festival que se realiza em 7 municípios diferentes e vizinhos, com uma programação de alta qualidade, e até com concertos gratuitos ao ar livre... Toda a informação em www.festim.pt.
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sexta-feira, 15 de maio de 2009
O Mundo sem Nós, ALAN WEISMAN
Em "O Mundo sem Nós", Alan Weisman faz um ensaio curioso e magnífico do que seria do nosso planeta se, assim de repente, a humanidade desaparecesse da face do mesmo. Partindo de uma hipótese académica, imagina e prevê alguns desenvolvimentos da vida do planeta depois de desaparecermos, e utilizando exemplos do mundo actual onde já nós não colocamos pé há alguns anos. Uma verdadeira referência, com um recurso a diversos especialistas em variadas matérias, dando um panorama da nossa história enquanto espécie em todos os continentes, do que temos feito ao planeta, desde os contaminantes que deixaremos como herança a várias gerações, a generalização de introdução de espécies exóticas, até ao Canal do Panamá, ao sistema de esgotos de Nova Iorque, e o que seria destes sistemas criados por nós num mundo sem nós para os mantêr funcionais. É um livro que arrepia muitas vezes pela constatação cruel de tanta porcaria que temos feito, mas com uma visão romântica e que dá um certo prazer redentor quando divaga sobre o que se tornaria este planeta depois de partirmos, o que deixa perceber que verdadeiramente, sem nós, a Terra se safaria muito bem e se sentiria bem melhor... Um mundo em que as florestas voltariam a invadir os habitats que destruímos e ocupámos, onde a fauna maior poderia voltar a crescer em número de indivíduos e espalhar-se pelas áreas onde outrora esteve, um planeta inteiramente renaturalizado, absorvendo todas as estruturas estranhas e artificiais que criámos, não deixa de ser um cenário encantador. E sobretudo, a percepção que nos deixa sobre o fenómeno da evolução, os seus mecanismos e poder inventivo, afastando a visão normalmente antropocêntrica que inevitavelmente temos dela. É um livro com tantas referências, com tantas ideias e possibilidades de pesquisa, que dentro do que recolhi, tentarei dar mais exemplos futuramente, desde lugares do nosso planeta a movimentos e ideologias pelo livro referidas.Deixo apenas estas passagens, que acho demonstrativas:
"Em NY, o estorninho europeu - hoje uma praga aviária do Alaska até ao México - foi introduzido porque alguém achou que a cidade ficaria mais culta se o Central Park albergasse todas as espécies de pássaros citadas por Shakespeare."
"Os humanos acabarão por se extinguir. Tudo se extinguiu, até agora. É como a morte: não há razão para pensarmos que somos diferentes. Mas a vida irá continuar." por Doug Erwin
"Haverá muitas surpresas. Admitamo-lo: quem é que poderia ter previsto a existência das tartarugas? Quem poderia ter imaginado que um organismo se iria virar do avesso, empurrando a sua omoplata para dentro das costelas e formar uma carapaça? Se as tartarugas não existissem, nenhum biólogo de vertebrados iria sugerir que iria acontecer uma coisa assim: seria a risota de todos. A única previsão que podemos fazer é que a vida irá continuar. E que será interessante." por Doug Erwin
Resta dizer que o livro é editado em Portugal pela Estrela Polar, apesar da tradução não ser das melhores, lê-se. mais info aqui
quinta-feira, 14 de maio de 2009
"Dimmer" by Bishop Allen
http://www.youtube.com/watch?v=OQeRf30FqqE
Eu acho que: Bishop Allen é fixe!
www.myspace.com/bishopallen
Eu acho que: Bishop Allen é fixe!
www.myspace.com/bishopallen
sexta-feira, 8 de maio de 2009
A GRIPE DA BOLOTA por Joaquim Letria
"TIVE UMA TIA-AVÓ, linda e inteligente, que morreu com a Pneumónica. Não a conheci, mas sempre ouvi gabar-lhe a beleza, a irreverência e a cultura. Fiquei com muito respeitinho pelas gripes e já era rapazinho quando escapei da Asiática.Mais recentemente, fiquei à espera da Gripe das Aves e, quando já lhe tinha perdido o medo, inventaram esta Gripe A, aliás Gripe Mexicana, aliás Gripe dos Porcos. Dá-me ideia que estas gripes são uma grande aldrabice.Ouvi nas notícias que o Governo tinha armazenado 22 milhões de euros de Tamiflu para a gripe das aves. O que se faz a 22 milhões de euros de Tamiflu!? Graças a Deus que veio a Gripe dos Porcos, aliás, Gripe A, ou antes, Gripe Mexicana. Até deu para José Sócrates ir à Ovibeja, à hora da sesta dos porcos, anunciar que estamos preparados para o pior. Tamiflu não falta!Leva-se uma injecçãozinha de Tamiflu, aos primeiros sintomas, e não se pensa mais nisto! Se eu tiver a infelicidade de ser atacado pela gripe suína, ao menos que seja de pata negra. Que morra de gripe da bolota. Duma estirpe como deve ser!"tirado daqui
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Barragens são boas para a biodiversidade...e curam as hemorróidas
O Anúncio publicitário da EDP sobre barragens e biodiversidade, que tem passado nas nossas televisões, é surreal e chega a ser repugnante. Tentar justificar projectos absurdos como a Barragem do Sabor ou do Tua com argumentos precisamente contrários à realidade é o cúmulo da falta de escrúpulos desta empresa. Dizer que barragens promovem ou protegem a biodiversidade nacional é uma mentira descarada e escandalosa. Termos um Eng. Civil especialista em Hidrologia como Ministro do Ambiente, o Dr. Francisco Nunes Correia, tem ajudado bastante na insistência de manter estes projectos para interesse exclusivo da EDP e terríveis consequências para o país, e talvez se perceba de facto o porquê de este senhor estar neste cargo, mas há limites para o absurdo. Percebemos que vale tudo, e ainda os iremos ver a tentar impingir a Energia Nuclear daqui a uns anos, argumentando que as centrais são autênticas obras de arquitectura, de uma beleza estética extrema, e isso é bom para o país...
Comunicado sobre o assunto pelas associações de ambiente nacionais aqui
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quarta-feira, 6 de maio de 2009
e eu que pensava não existir nada mais idiota que a tourada...
Estes gajos estão doidinhos... "Se Viana do Castelo, Braga, Cascais e Sintra passaram a não autorizar touradas nos seus concelhos, porque é que permitem abortos? A pergunta é feita pela associação Juntos pela Vida, que já enviou uma carta aos autarcas destas zonas, para que reflictam sobre a questão e tomem uma posição. O movimento pediu também à associação Animal que se junte à causa."
Segundo notícia no Público estes senhores consideram que estes municípios, já que se declararam contra as touradas, devem também proibir abortos. E têm raciocínios brilhantes:
Em comunicado, a Juntos pela Vida escreve que nestas autarquias “há animais da espécie humana sujeitos às torturas mais horrendas” e enumera os locais onde são feitas interrupções voluntárias da gravidez (Centro de Saúde de Viana do Castelo, Hospital de S. Marcos, em Braga, Hospital de Cascais e Hospital Amadora-Sintra).
E acrescenta: “Como foi possível chegar ao estado em que para defender o direito das meninas e das suas mães a não sofrerem tratamentos desumanos e cruéis é necessário invocar um regulamento municipal feito para animais?”.
Tortura é ter de ouvir estas barbaridades... E eu pergunto, não se pode arranjar um regulamento nacional para a estupidez??
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