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quarta-feira, 31 de março de 2010

novas entradas na biblioteca

Últimas aquisições para a biblioteca gastronómica e afins...

ERVAS E MEZINHAS, na Cozinha e na Saúde
M. Margarida Pereira-Muller, Colares Editora

PVP 16€ na FNAC

Excelente livro, com todas as ervas aromáticas utilizáveis na cozinha que devemos conhecer, com características biológicas, história e receitas medicinais e culinárias. Um livro muito completo e simplificado, que já fazia falta...

VOLÚPIA (A NONA ARTE - A GASTRONOMIA)
Albino Forjaz de Sampaio, Notícias Editorial
PVP 13€ na FNAC

Um livro de 1940, com esta nova edição em 2000. Com vários textos em jeito de crónicas de gastronomia, histórias, passagens, receitas, passando pela tradição da cozinha portuguesa e a cozinha internacional. Um livro de uma figura de grande cultura e sensibilidade, que fixou em texto esse gosto e respeito pela mesa e pela comida.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Reportagem FIM DE LINHA

Para quem não viu, a reportagem transmitida pela SIC sobre a triste e idiota realidade portuguesa das linhas de comboio desactivadas, com ênfase para a Linha do Tua, por comparação com Espanha. É impressionante como uma empresa como a Refer/CP que paga absurdos a administradores no activo e rescisões milionárias a ex-administradores, numa descarada roubalheira (como diria o outro) não perceba a insignificância de investimento para manutenção destas linhas, com uma possibilidade de retorno em turismo e outras actividades associadas. E que um governo não faça nada, e um PR tenha apenas, a este respeito, infelizes declarações.
Para ver aqui, aqui ou no site da sic aqui.
Para apoiar aqui

sexta-feira, 15 de maio de 2009

O Mundo sem Nós, ALAN WEISMAN

Em "O Mundo sem Nós", Alan Weisman faz um ensaio curioso e magnífico do que seria do nosso planeta se, assim de repente, a humanidade desaparecesse da face do mesmo. Partindo de uma hipótese académica, imagina e prevê alguns desenvolvimentos da vida do planeta depois de desaparecermos, e utilizando exemplos do mundo actual onde já nós não colocamos pé há alguns anos. Uma verdadeira referência, com um recurso a diversos especialistas em variadas matérias, dando um panorama da nossa história enquanto espécie em todos os continentes, do que temos feito ao planeta, desde os contaminantes que deixaremos como herança a várias gerações, a generalização de introdução de espécies exóticas, até ao Canal do Panamá, ao sistema de esgotos de Nova Iorque, e o que seria destes sistemas criados por nós num mundo sem nós para os mantêr funcionais. É um livro que arrepia muitas vezes pela constatação cruel de tanta porcaria que temos feito, mas com uma visão romântica e que dá um certo prazer redentor quando divaga sobre o que se tornaria este planeta depois de partirmos, o que deixa perceber que verdadeiramente, sem nós, a Terra se safaria muito bem e se sentiria bem melhor... Um mundo em que as florestas voltariam a invadir os habitats que destruímos e ocupámos, onde a fauna maior poderia voltar a crescer em número de indivíduos e espalhar-se pelas áreas onde outrora esteve, um planeta inteiramente renaturalizado, absorvendo todas as estruturas estranhas e artificiais que criámos, não deixa de ser um cenário encantador. E sobretudo, a percepção que nos deixa sobre o fenómeno da evolução, os seus mecanismos e poder inventivo, afastando a visão normalmente antropocêntrica que inevitavelmente temos dela. É um livro com tantas referências, com tantas ideias e possibilidades de pesquisa, que dentro do que recolhi, tentarei dar mais exemplos futuramente, desde lugares do nosso planeta a movimentos e ideologias pelo livro referidas.

Deixo apenas estas passagens, que acho demonstrativas:
"Em NY, o estorninho europeu - hoje uma praga aviária do Alaska até ao México - foi introduzido porque alguém achou que a cidade ficaria mais culta se o Central Park albergasse todas as espécies de pássaros citadas por Shakespeare."

"Os humanos acabarão por se extinguir. Tudo se extinguiu, até agora. É como a morte: não há razão para pensarmos que somos diferentes. Mas a vida irá continuar." por Doug Erwin

"Haverá muitas surpresas. Admitamo-lo: quem é que poderia ter previsto a existência das tartarugas? Quem poderia ter imaginado que um organismo se iria virar do avesso, empurrando a sua omoplata para dentro das costelas e formar uma carapaça? Se as tartarugas não existissem, nenhum biólogo de vertebrados iria sugerir que iria acontecer uma coisa assim: seria a risota de todos. A única previsão que podemos fazer é que a vida irá continuar. E que será interessante." por Doug Erwin

Resta dizer que o livro é editado em Portugal pela Estrela Polar, apesar da tradução não ser das melhores, lê-se. mais info aqui

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Comunicado MCLT

É importante ler o comunicado do Movimento Cívico pela Linha do Tua. aqui

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Barragens são boas para a biodiversidade...e curam as hemorróidas

O Anúncio publicitário da EDP sobre barragens e biodiversidade, que tem passado nas nossas televisões, é surreal e chega a ser repugnante. Tentar justificar projectos absurdos como a Barragem do Sabor ou do Tua com argumentos precisamente contrários à realidade é o cúmulo da falta de escrúpulos desta empresa. Dizer que barragens promovem ou protegem a biodiversidade nacional é uma mentira descarada e escandalosa. Termos um Eng. Civil especialista em Hidrologia como Ministro do Ambiente, o Dr. Francisco Nunes Correia, tem ajudado bastante na insistência de manter estes projectos para interesse exclusivo da EDP e terríveis consequências para o país, e talvez se perceba de facto o porquê de este senhor estar neste cargo, mas há limites para o absurdo. Percebemos que vale tudo, e ainda os iremos ver a tentar impingir a Energia Nuclear daqui a uns anos, argumentando que as centrais são autênticas obras de arquitectura, de uma beleza estética extrema, e isso é bom para o país...

Comunicado sobre o assunto pelas associações de ambiente nacionais aqui

quinta-feira, 7 de maio de 2009



ACÇÃO LIMPEZA DO CHOUPAL Domingo 10 MAIO

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Exotismo e Ambiente

Aqui está uma história muito gira, ou de como um grupo de miúdos do Secundário se preocupa mais com o Portugal ambiental e a sua defesa que o próprio ICNB... Enfim, fico confuso, não chego a perceber se isso é bom ou mau. Uma coisa é certa, esta miudagem de Odemira está de parabéns...

Rede Aldeias do Xisto

Ficou por referir, evidentemente, e para quem não conhece ainda, a ADXTUR, entidade que lidera a Rede de Aldeias do Xisto.

Outro site com informações muito úteis é o http://www.turismo-centro.pt/ e não há desculpas para um belo passeio...

quarta-feira, 25 de março de 2009

Projecto CRIAR BOSQUES


Um dos projectos mais fantásticos e que considero de uma importância extrema em Portugal, o "Criar Bosques, Conservar a Biodiversidade" da QUERCUS. Com o objectivo de preservar e criar bosques de espécies autóctones (árvores e arbustos), a Quercus, propõe-se plantar milhares destas árvores com o apoio de outros parceiros. Para além disso, coloca à disposição plantas cultivadas em viveiros próprios para quem estiver interessado em plantá-las e ajudar nesta preservação, ou para outros projectos conservacionistas. Um projecto de um valor incalculável. Neste momento, como o próprio site do projecto indica, foram já plantados 48590 arbustos e árvores autóctones.
A Quercus aceita também apoio voluntário na apanha de sementes, na plantação e na manutenção dos bosques... Para conhecer e acompanhar aqui.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Forest in a Bottle

Formidável... Para quem não conseguiu ver, como eu, na SIC, o documentário pela BBC "Forest in a Bottle" sobre o Montado e a sua biodiversidade. Porque não é necessário voar até à Amazónia ou à remota Austrália para encontrarmos paraísos da vida selvagem: A A2 fica bem mais perto...

http://www.vimeo.com/3357193

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Jovens e Interior

O JN faz uma curta reportagem sobre a "busca interior" de jovens portugueses que migraram para o interior do país, no caso Vimioso, Castelo Rodrigo e Miranda do Douro e que encontram um outro país, esquecido (cada vez menos...) e interessante. reportagem multimédia aqui.

é comprar, freguês, é comprar!

A Casa da Ribeira está à venda... Uma quinta com 2 hectares, entre Coimbra e Viseu, a 5km de Tábua. Quem estiver interessado, aceda aqui. Uma bela compra, estou certo... Eu, é como o outro, pode ser que me saia o euromilhões...

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

domingo, 1 de fevereiro de 2009

PLATAFORMA DO CHOUPAL COIMBRA

PARA QUEM NÃO SABE, ESTÁ CRIADA A PLATAFORMA PELO CHOUPAL DE COIMBRA!

Podem aceder ao site da mesma http://www.plataformadochoupal.org/
Entretanto há uma petição a assinar http://www.petitiononline.com/choupal/petition.html

A Plataforma do Choupal é um movimento cívico constituído para impedir que a Mata Nacional do Choupal em Coimbra seja irremediavelmente afectada pela construção de um viaduto rodoviário com 40 metros de largura e que a atravessa numa extensão de 150 metros. Se o crescimento desta plataforma cívica corresponder às expectativas que dele temos, proporemos que este movimento se concentre na qualificação física e cultural do Choupal e na resolução de outros problemas, que infelizmente são muitos.

Domingo 15 Fevereiro entre as 11h e as 16h
Grande concentração no choupal para acção de protesto.

domingo, 18 de janeiro de 2009

4x500metros ou a estupidez ao quadrado...

A indignação continua. Jorge Paiva volta a criticar o projecto do viaduto sobre o Choupal "O ambientalista e botânico Jorge Paiva manifestou-se esta sexta-feira contra a travessia do Choupal por um viaduto, prevista num projecto rodoviário, considerando que constitui «um atentado paisagístico e ambiental», que «vai destruir grande parte» daquela mata nacional, noticia a Lusa." notícia completa aqui.
Pelo JN ficámos a saber que em Portugal, sete organismos, sim, SETE! (ICNB, INAG, IGESPAR, INETI, CCDRC, CCDRN e APA - Agência Portuguesa do Ambiente que constituíram a Comissão de Avaliação (CA) do impacte ambiental da ponte) dando parecer negativo a um projecto e declarando que "Uma nova ponte do IC2 sobre o Mondego e o Choupal, em Coimbra, terá efeitos negativos e permanentes sobre os recursos hídricos, o ambiente sonoro, a componente biológica e os hábitos de quem usa este espaço verde." parecem não ser suficientes e têm muito pouco significado quando a vontade política é imparável e cega... Pena que nem o facto do INETI, entidade tão bem considerada em outras peripécias publico-obreiras, como exemplo paradigmático do rigor e sapiência técnico-científica em Portugal, estar na Comissão ter ajudado.
Mas leia-se o teor da notícia aqui para se dar conta de um resumo bastante evidente e claro do que se trata esta obra e do que dela resultará.
Para o final apoteótico, fica novo artigo do JN, de hoje mesmo, [aqui] com o magnífico título "Quatro travessias em 500 metros de rio" chamando a atenção para a maravilha que será termos um troço de 500m do rio Mondego a ser atravessado por 4 pontes.. Sim, é espantoso! Entre a actual ponte do Açude e a ponte ferroviária distam 500metros, onde serão encaixados magistralmente e de forma engenhosa e engenheira, mais duas travessias, a do IC2 e a do TGV. Espectacular, não há dúvida... Depois do mp3 para nos acompanhar na corridinha matinal pelo Choupal, aqui ficam em primeira mão, os próximos "gadjects" altamente fashion que ninguém dispensará...

sábado, 10 de janeiro de 2009

Portugal sem Nós...

Curiosa esta visão e extrapolação biológica sobre o que seria Portugal sem os portugueses (que dizem que também são humanos...). Um breve ensaio com hipotéticas previsões do que aconteceria ao Portugal dos bichos e plantinhas se nós desaparecessemos daqui, e de como isto se desenvolveria, como as nossas cidades e ambientes antropogénicos seriam invadidos e "utilizados" pelos seres vivos que nos acompanham. Fascinante esta abordagem. A ler no blog de Luís Azevedo Rodrigues, http://blogs.publico.pt/cienciaaonatural/, os posts "Cidades sem pessoas I e II".

domingo, 4 de janeiro de 2009

COIMBRA DO CHOUPAL

Ficámos há uns dias a saber, segundo notícia aqui e aqui, que afinal vamos ser compensados, nós, malta da Lusa Atenas. Finalmente confirmado o projecto de viaduto que servirá as vias IP3/IC2/IC3 e que vai afectar "ligeiramente" a Mata do Choupal de Coimbra. O aval está dado, firmado pelo Ministério do Ambiente. E digo ligeiramente, porque todos sabemos que um corredor de betão e alcatrão de alguns quilómetros a atravessar uma mata, tem tão poucos impactos nesse ecossistema florestal e na vida dos seus bichinhos que mal se notam. Não há ruído, luminosidade, emissões, não há quebra do continuum vegetal, não há nada que possa afectar aquele monte de árvorezinhas que por ali estão, a abrigar uns pardalitos que até vão gostar do "movimento"... Acontece que esta mata não é apenas isso. E digo também que ainda por cima saímos compensados, nós, que vivemos em Coimbra, porque teremos várias árvores plantadas noutro local para podermos delas disfrutar como convém. E lá, onde estão, numa Mata que é só o melhor e mais importante espaço verde de Coimbra (ou era...), até nem fazem tanta falta. No fundo, será maravilhoso, e reflecte bem a visão actual: para os nossos desgovernantes não há árvores, há apenas créditos de carbono, não há ambiente, há economia ambiental, e toca a arranjar uns plátanos pra malta equilibrar a coisa, não vá a desflorestação afectar o balanço de emissões. Mas isto, embora triste, inacreditável e inclassificável, até já sabíamos, tamanha a actividade de um ministério que dizem existir em Portugal, e que dizem ser do ambiente. É mais ao menos, e ironicamente, como o Lince Ibérico no nosso território, dizem que há, mas ninguém o vê... E quando se vê, é para firmar assinatura em mais um projecto que em nada respeita a natureza e o nosso património natural, pelo contrário. Isso também nós já tinhamos percebido. Custa, mas custa ainda mais ter sido este documento assinado por um Sr. Humberto Rosa, secretário estado, que só por acaso se licenciou em Biologia e é Prof. Auxiliar na FCUL. Custa ser um biólogo a assinar um parecer favorável a uma obra deste tipo, numa declaração de impacte ambiental que não coloca sequer soluções e traçados alternativos, e que propõe medidas compensatórias absolutamente ridículas para o impacto que terá no Choupal. É triste, é doloroso. Não se percebe para que servem os EIA em Portugal, não se percebe para que existe o Ministério do Ambiente em Portugal, não percebo o que faz um biólogo num cargo deste tipo, quando tem este tipo de acção (ou inacção), quando o único papel que tem é o de deixar uma assinatura em jeito de parecer redentor em situações sucessivas de crimes ambientais que vão fazendo as delícias dos "evolucionistas" do betão e dos defensores do pseudo-desenvolvimento sob a capa protectora do supremo "interesse público" que tanto nos tira do que temos de melhor no país e nas nossas cidades. Trauteemos então, a letra de José Galhardo, enquanto ainda faz sentido....Coimbra do Choupal, ainda és capital do amor em Portugal, ainda...
Depois disto, talvez que nos reste ainda o amor, talvez... até que o interesse público nos obrigue também a alcatroar o coração.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

os leques amarelos do oriente

O Outono chegou ao Jardim Botânico de Coimbra... Vão lá visitá-lo!! Ou a outros jardins por onde ele anda...
(folhas de Ginkgo Biloba)