Em "O Mundo sem Nós", Alan Weisman faz um ensaio curioso e magnífico do que seria do nosso planeta se, assim de repente, a humanidade desaparecesse da face do mesmo. Partindo de uma hipótese académica, imagina e prevê alguns desenvolvimentos da vida do planeta depois de desaparecermos, e utilizando exemplos do mundo actual onde já nós não colocamos pé há alguns anos. Uma verdadeira referência, com um recurso a diversos especialistas em variadas matérias, dando um panorama da nossa história enquanto espécie em todos os continentes, do que temos feito ao planeta, desde os contaminantes que deixaremos como herança a várias gerações, a generalização de introdução de espécies exóticas, até ao Canal do Panamá, ao sistema de esgotos de Nova Iorque, e o que seria destes sistemas criados por nós num mundo sem nós para os mantêr funcionais. É um livro que arrepia muitas vezes pela constatação cruel de tanta porcaria que temos feito, mas com uma visão romântica e que dá um certo prazer redentor quando divaga sobre o que se tornaria este planeta depois de partirmos, o que deixa perceber que verdadeiramente, sem nós, a Terra se safaria muito bem e se sentiria bem melhor... Um mundo em que as florestas voltariam a invadir os habitats que destruímos e ocupámos, onde a fauna maior poderia voltar a crescer em número de indivíduos e espalhar-se pelas áreas onde outrora esteve, um planeta inteiramente renaturalizado, absorvendo todas as estruturas estranhas e artificiais que criámos, não deixa de ser um cenário encantador. E sobretudo, a percepção que nos deixa sobre o fenómeno da evolução, os seus mecanismos e poder inventivo, afastando a visão normalmente antropocêntrica que inevitavelmente temos dela. É um livro com tantas referências, com tantas ideias e possibilidades de pesquisa, que dentro do que recolhi, tentarei dar mais exemplos futuramente, desde lugares do nosso planeta a movimentos e ideologias pelo livro referidas.sexta-feira, 15 de maio de 2009
O Mundo sem Nós, ALAN WEISMAN
Em "O Mundo sem Nós", Alan Weisman faz um ensaio curioso e magnífico do que seria do nosso planeta se, assim de repente, a humanidade desaparecesse da face do mesmo. Partindo de uma hipótese académica, imagina e prevê alguns desenvolvimentos da vida do planeta depois de desaparecermos, e utilizando exemplos do mundo actual onde já nós não colocamos pé há alguns anos. Uma verdadeira referência, com um recurso a diversos especialistas em variadas matérias, dando um panorama da nossa história enquanto espécie em todos os continentes, do que temos feito ao planeta, desde os contaminantes que deixaremos como herança a várias gerações, a generalização de introdução de espécies exóticas, até ao Canal do Panamá, ao sistema de esgotos de Nova Iorque, e o que seria destes sistemas criados por nós num mundo sem nós para os mantêr funcionais. É um livro que arrepia muitas vezes pela constatação cruel de tanta porcaria que temos feito, mas com uma visão romântica e que dá um certo prazer redentor quando divaga sobre o que se tornaria este planeta depois de partirmos, o que deixa perceber que verdadeiramente, sem nós, a Terra se safaria muito bem e se sentiria bem melhor... Um mundo em que as florestas voltariam a invadir os habitats que destruímos e ocupámos, onde a fauna maior poderia voltar a crescer em número de indivíduos e espalhar-se pelas áreas onde outrora esteve, um planeta inteiramente renaturalizado, absorvendo todas as estruturas estranhas e artificiais que criámos, não deixa de ser um cenário encantador. E sobretudo, a percepção que nos deixa sobre o fenómeno da evolução, os seus mecanismos e poder inventivo, afastando a visão normalmente antropocêntrica que inevitavelmente temos dela. É um livro com tantas referências, com tantas ideias e possibilidades de pesquisa, que dentro do que recolhi, tentarei dar mais exemplos futuramente, desde lugares do nosso planeta a movimentos e ideologias pelo livro referidas.segunda-feira, 23 de março de 2009
Forest in a Bottle
Formidável... Para quem não conseguiu ver, como eu, na SIC, o documentário pela BBC "Forest in a Bottle" sobre o Montado e a sua biodiversidade. Porque não é necessário voar até à Amazónia ou à remota Austrália para encontrarmos paraísos da vida selvagem: A A2 fica bem mais perto...
sábado, 14 de março de 2009
Corrupção Universitária: o que é isso?!
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
CHARLES DARWIN
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
DOUTORES A MARTELO!
Ou então, é o meu mero e simplório grau de licenciado que não me deixa ver mais além...
sábado, 10 de janeiro de 2009
Portugal sem Nós...
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Sistemática Criatividade...
Que maravilha!! Deparei-me com este recorte que guardo religiosamente há bastante tempo e considerei que seria digno de publicação, pelo interesse que suscita.. Como biólogo apraz-me muito ter contacto e ampliar o meu conhecimento na área, e este é um exemplo paradigmático do que a biologia do nosso planeta pode fazer e das maravilhas que esta engloba. Que dizer deste ser que vive nas profundezas oceânicas, parece uma planta mas aparenta mais ser um animal (e por isso não consta nas enciclopédias botânicas, claro está!!) E que dizer dos ramos, que não são ramos, são esqueleto? Sendo um animal, não se rega.. (evidente, o que se rega são as plantas, e de estupidez, regam-se os criadores deste ser... ou estupidez ou muito Gin Tónico!) Não há dúvida, este animal, que por acaso até no nome é um equívoco "Planta Neptuno", é um constante paradoxo e bem demonstrativo da magia da Vida, e um autêntico quebra-cabeças para a Sistemática e Taxonomia...
Pois eu, com tanta idiotice condensada, ainda assim já resolvi o mistério: trata-se sem margem para erros, e de acordo com as melhores chaves dicotómicas, da designada "planta de plástico", sendo uma espécie rara deste grupo, porque a mais comum e conhecida são mesmo aquelas rosas idiotas e foleiras vendidas junto com o patinho que chia e deita a língua de fora (outro caso atípico entre os patos...) pelos monhés, de que o famoso "Taliban" de Coimbra é um exemplo típico e simpático... (ou para uma explicação mais científica do "fenómeno" ver aqui)
Para "verde e verdadeiro fenómeno da Natureza" já nos chega o Hulk...
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
O Grande Acelerador de Hadrões... e a Alice
Ainda por cima é suposto criar qualquer coisa como isto... Se houver mini buraco negro, já se sabe de quem será a culpa, não é?! Da Alice...



